quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Análise semanal – Boku no Hero Academia #143 - #150


É no clímax onde o Kohei mais acerta e esse arco é um completo ponto alto. Mais um combo chegando e agora ficando em dia!
Análise de Boku no Hero sem atraso, não é análise de Boku no Hero afinal. Enfim, depois de um considerável atraso por motivos pessoais – afinal, também sou dono de casa – eis que volto com a análise e agora, como dito no subtítulo, ficamos em dia com os capítulos que saem na Shounen Jump. Ou seja, quando sair capítulo novo, já teremos a análise sendo escrita/postada.
Antes de prosseguirmos, apenas deixando aquela situada marota: O volume 6 tem previsão de lançamento, aqui no Brasil, em setembro – ou o mês que estamos entrando. Apenas lembrando que o mangá é lançado por aqui pela JBC, então apoiem e comprem os volumes brasileiros.
Já no Japão, o volume 15 saí dia 4 de setembro e o volume 16 está programado para sair em novembro (segundo informações que saíram na Jump #40 – que saí, oficialmente, segunda que vem).
Enfim, dado os minis drops informativos, vamos para os capítulos porque olha... o negócio está pegando fogo bicho!

Capítulos #143 ao #150

Quero começar a análise salientando algo que disse na análise passada, pois o Kohei segue 110% de parabéns por seu trabalho em nos apresentar background dos personagens, em especial quando são os heróis “secundários”. Sério, os momentos em que ele explorou o passado do Kirishima e em como o garoto evoluiu foi algo muito bem feito e de bom tom, até porque ele merecia um destaque.
Mais do que destaque, é o nosso garoto de aço que rouba todos os holofotes do confronto que ele e o Fat Gum tem com os vilões. Ele é quem dá o seu máximo para que o herói consiga “resolver” a situação, mesmo que seja a priori e, graças a isso, ainda conseguimos ver mais um pouco sobre o porquê de um vilão forte seguir o Chisaki – ou Overhaul, pois as habilidades do final boss (desse arco) são bem insanas, a um ponto que os membros da Yakuza realmente o aceitarem como chefe.
Após esses eventos iniciais, ocorreram algumas coisas que, literalmente, me deram tela azul; sendo a primeira delas ver que a Toga e o Twice estão com a Yakuza, mais do que isso, descobrimos que a Liga dos vilões se aliou a Yakuza e os dois são “as ofertas” dessa aliança, em especial devido a suas habilidades. Porém é importante frisar que não há qualquer empatia entre as partes, tanto que isso fica evidente quando a dupla se apresenta.
Essa falta de empatia, eventualmente, gera problemas até dentro da própria missão deles de impedir que os heróis avancem, porém deixa um cenário favorável para um confronto entre a dupla da liga e os heróis que ainda restam, logo é um ponto que, provavelmente, quando o autor explorar teremos um confronto bem interesse, mas que, nesse momento, nos deixou apenas com a resolução do impasse entre a dupla e um dos membros da Yakuza que mais se dizia de olho neles.
Já outro ponto que cabe menção, ainda focado nessa questão da Toga e do Twice é que, graças ao envio deles para a Yakuza, enfim vemos a face do Shigaraki mãozinha! Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeho \o/! (O gerente surtou) ... enfim... explicando o contexto: ele conversa com ambos explicando os porquês daquilo e, em um determinado momento vemos o rosto dele e, sinceramente, que rosto medonho. Podemos dizer que ele realmente está honrando o legal de herdeiro do One for all, mas é interessante ver o quanto ele confia nos seus aliados, todavia deixa a lacuna aberta para até onde essa confiança vai.
Agora, indo para o ponto que, depois do rosto do Shigaraki, mais me surpreendeu. Vamos falar um pouco do Mirio e do confronto que teremos entre ele e o Chisaki.
Indo do início; todos sabemos que isso iria ocorrer, até pelo fator do Mirio ter ido na frente – fruto da sua individualidade – logo, também, é compreensível que ele alcançasse o vilão e a Emi mais rápido, porém não deixa de ser interessante o quanto ele se supera para concretizar sua vontade de salvar a garota e fazer valer sua determinação. É bonito ver o quanto, apesar de abalado por seu momento de fraqueza anteriormente, o garoto quer fazer o melhor e ir até o fim para que a garota não se machuque mais. Tanto que quando ele derrota os três guarda-costas é impressionante e dá aquele up a mais no ritmo.
Entretanto é após esse momento que o capítulo 150 acaba e, acima de tudo, a única certeza que temos é que o Mirio vai apanhar feio. Ponto. Não adianta vir com chorinho e dizer que isso será difícil, porque todos sabemos que essa é uma das possibilidades, quiçá a mais, prováveis. Logo é esperar e ver o que o Kohei reserva para essas próximas batalhas, em especial após dois confrontos anteriores que transbordavam intensidade e carisma.
Sinceramente, torço para que ele nos entregue capítulos em ritmos tão bons quanto esses últimos. Todos só têm a ganhar com isso.
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