quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Análise semanal – Yakusoku no Neverland #52


É chegada hora de mudarmos os ares e a localidade. Há adiante, um novo arco (e Paulo Ikari está cada vez pior com subtítulos)
Fala galera, mais uma vez cá estou para trazer até vocês aquela análise que eu enrolo para fazer, porque me perco em teorias, devaneios e afins. Hoje é dia de mais uma análise de Neverland.
E, rapidamente, quero apenas dizer que nessas últimas semanas o capítulo tem saído mais cedo, porém vou permanecer trazendo ele no começo da semana – até quarta, no mais tardar – para não mudar, demais, o cronograma que estou fazendo (e tentando seguir, mas olha... está difícil).
Sem mais delongas, vamos para o capítulo.

Capítulo 52 – B06-32 (2)


Depois de todo ritmo dos capítulos passados eis que, enfim, tivemos um capítulo com menos informações e mais para chegar ao ponto B. Finalmente chegamos a um ponto que podemos chamar de destino, mas antes de comentar essa questão, vamos abordar tudo aos poucos – ou tentar, vai que eu começo a devanear.
Primeiramente, Sung-Joo é um personagem que, realmente, conseguiu me surpreender no capítulo anterior e que nesse aparece nos dando a resposta do que ele disse para a Musica que iria resolver. É plausível entender o porquê de ele ir acabar com os demônios que estavam atrás das crianças, até por odiá-los, mas ficou uma dúvida no ar sobre a última página que mostra esse confronto; pois ele matou o demônio que comandava a tropa de caça? Isso foi o que me deixou mais em dúvida.
Já voltando para o núcleo das crianças, tivemos um momento mais limitado a eles entendendo como a caneta, de fato, funciona e fazendo uso desta para encontrar o ponto indicado pelo Minerva. Claro que, era de praxe, que eles achariam, mas achei que o roteiro ia segurar um pouco toda essa questão e os fariam rumar para o local que a Musica indicou à Emma, mas tivemos que nos contentar com esse ritmo de finalização mais rápido.
Mas vale a menção que foi legal ver a explicação de que a caneta só funcionaria no local indicado, deu um sentido a mais para a localização ali contida, pois seria mais fácil se a caneta se ativasse longe dali? Seria, mas não teríamos toda essa procura deles e nem o rápido momento de desesperança que eles têm.
Quando eles entram no abrigo subterrâneo é que surge uma das dúvidas com relação ao próximo arco; afinal, todos os humanos vivem dessa forma atualmente? E se viverem, quantos abrigos existem?
No final do capítulo aparece uma pessoa os parabenizando por chegar até ali, mas também fica a dúvida se ele é o Willian Minerva ou se é algum decente. Vejam bem, esse capítulo foi parado de um modo geral, porém conteve muitas expectativas para o que virá a seguir, pois quanto mais analiso o capítulo – estou com ele aberto enquanto redijo – mas fico encucado, em especial por saber que o Shirai não é um roteirista que dá ponto sem nó. Todo esse capítulo parado vai ter um sentido maior lá na frente, mesmo que ele seja um momento de final desse arco – sejamos francos, dificilmente eles vão estender mais esse arco que, claramente, está no final.

Mas agora fica a expectativa para um aumento de ritmo no próximo capítulo, pois dúvidas é o que mais permaneceu, já as respostas...
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