terça-feira, 19 de setembro de 2017

Análise semanal – Boku no Hero Academia #153


As portas da batalha decisiva, temos um capítulo para colocar as peças nos seus lugares e abrir o palco para algo maior
Fala galera, tudo de boas? Espero que sim, porque aqui está meio bugado – em alguns momentos – e, devido a esses bugs, acabei atrasando os posts que não eram para atrasar. Peço perdão pelo vacilo, mas bola adiante.
Então, sem muita enrolação, vamos ao capítulo da semana de Boku no Hero. Apenas informando que, na próxima análise passo um panorama sobre as vendas do volume mais recente da série lá no Japão.

Capítulo #153 – Transformar

Algumas palavras antes de, efetivamente, comentar o capítulo: eu, provavelmente, devo ter comentado em algum momento do capítulo anterior que chegamos ao clímax e que agora estávamos diante de todas as “peças” reunidas; em especial após o final do capítulo e, realmente, tivemos isso trabalhado nesse capítulo, assim como tivemos uma excelente página colorida que, ao meu ver, evidência todo o cenário de uma maneira bem eficiente e bela.
A arte do Kohei nessa página ficou bem contrastada em cores e me bateu o hype, mas o foco desse capítulo não foi a color page e sim seu conteúdo que, digamos, foi algo básico, porém muito bonito e com alguns significados interessante.
Comecemos pelo fato que, boa parte desse capítulo, é flashback do que aconteceu com o Deku e o pessoal que estava com ele. Aqui temos mais foco em mostrar que um dos vilões da vez usou a droga para ampliar seu dom, assim como tivemos o momento de ver que a Toga e o Twice foram “se esconder” e esperar a melhor oportunidade para atacar deixando, meio claro demais, que o foco deles ali não era o combate.
Ainda dentro desse núcleo, também, tivemos o Aizawa cogitando abandonar o campo de batalha, até por ter dito – em outra oportunidade – que faria isso caso a coisa degringolasse demais, mas aí que vemos o Rock Lock dando uma chamada nele e no Deku, para que se apressassem, pois eles não podiam esquecer da prioridade da missão. E, após isso, é que temos um momento bem legal dele reconhecendo que subestimou a garra desses garotos da nova geração, pois pensava que eles não estariam tão a sério e, ainda assim, eles conseguiram surpreende-lo positivamente.
E nesse ponto quero, como deve ser, comentar um pouco, pois é engraçado quando notamos o quanto os heróis antigos subestimam os mais novos em vários momentos e quando veem são auxiliados pelos mesmos. É algo que evidencia a questão de uma geração é diferente da outra, algo que, em muitos momentos, é tratado de modo bem singular e carinhoso pelo autor.
Após isso voltamos ao momento onde o último capítulo parou e, a partir daí tudo corre ainda mais ágil. Temos a ofensiva Aizawa e Midoriya, um momento comovente do NightEye abraçando o Mirio e a Eri e, quando pensamos que o ritmo vai cair, o Kohei nos surpreende e gera um final com um bom gap para o que virá a seguir.
Narrei tudo isso rápido para não detalhar nada e nem estragar o final do capítulo, mas, em suma, temos aqui o momento de encaixe certo das peças e todos a postos para, finalmente, começarmos a batalha final desse arco. Claro que teremos mais a seguir, mas essa é uma batalha que promete e, certamente, irá testar o potencial do Midoriya e de sua evolução. Todavia isso é assunto para aprofundarmos no próximo capítulo.
Postar um comentário

Follow by Email