quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Análise semanal – Yakusoku no Neverland #55

Enfim um momento familiar para acalantar nossos corações e nos fazer entender que os momentos serenos devem ser bem aproveitados.
Depois de um considerável atraso, meio que quebrando a promessa de trazer mais cedo (desculpa galera, prometo começar a me coçar e compensar esses atrasos), eis que estamos aqui em uma semana com a análise de Yakusoku no Neverland.
Antes de seguirmos quero apenas dizer que, nessa semana vou me esforçar para trazer a análise o mais rápido possível, até para compensar os sequentes atrasos e que o mangá está saindo mais cedo para leitura. Mas em todo caso, vamos para análise (e o mesmo que eu disse para Boku no Hero, fica válido para Neverland sobre comentar as vendas).

Capítulo #55 – B06-32 5

E depois de todos os perrengues e situações barra pesada, enfim um capítulo sereno e familiar. Um capítulo que passa voando, porém nos deixa com aquele gancho interessante para o que virá a seguir, em especial devido ao final dele.
Mas bem, vamos comentar um pouco de tudo que ocorreu. Não que tenha tantas coisas assim, mas é legal parar e ver o momento de paz e tranquilidade que essas crianças estão tendo, em especial quando olhamos todos os 54 capítulos que se passaram. Desde a descoberta que a vida feliz deles era uma mentira até a chegada no bunker eles passaram por várias situações barra pesada e, ainda assim, conseguiram sobreviver todos.
Esse é um capítulo que funciona, muito bem, como respiro para tudo que já ocorreu – independentemente de você achar que foi algo relevante demais ou não – e, tem momentos bem divertidos. Dá gosto de ler e ver as crianças comentando o tempo que não dormiam bem, que não tomavam banhos quentes, dentre outras coisas.
Fora todas essas questões ainda vemos o quão eles já trabalharam bem o planejamento quanto a vivência naquele local, pois eles analisaram tudo; desde onde poderiam plantar até o quanto de recursos ainda possuíam à disposição. Isso é um grande acerto dentro da narrativa, pois casa bem com a possibilidade do Minerva não aparecer ali, porém eles sabem que ainda precisam descobrir muito sobre realidade que os cercam o que, também, nos é dado um bom gancho para o que virá a seguir.
Além disso (antes de comentar o final do capítulo), quero deixar aquele elogio maroto ao Shirai-sensei que soube trabalhar com maestria as páginas duplas desse capítulo, em especial a que ele desenhou sem diálogos (que é o banner do post dessa semana), é uma cena que muito diz sem precisar de texto, é algo bem trabalhado e que, de certa forma, me lembra uma passagem do Hobbit em especifico (a do narrador, se não me engano, comentando que os dias bons passam depressa e os ruins levam uma eternidade para se findar).
Sendo bem honesto, esse foi o capítulo que, apesar de tudo, conseguiu entregar algo leve e gostoso. Raros são os mangás de tensão que conseguem criar algo tão orgânico assim, em especial quando o final entrega possibilidades de reviravoltas e novos caminhos; e é isso que temos no fim desse capítulo.

O final foi algo que, conseguiu cumprir com a cota de reviravolta ou informação relevante que a série costuma entregar. Toda ligação da primeira página com a última foi bem-feita e nos deixa na expectativa do que virá a seguir, até porque... ainda não foi respondido o que são aqueles nomes em um dos quartos. Sabemos que tudo isso será respondido até o final, mas o maior fator de dúvidas para o capítulo seguinte é como a Emma conseguirá convencer o morador do local a ajuda-los, pois, na visão dele não é viável se envolver. Mas só saberemos o encaminhar disso nas próximas semanas, por hora, nos resta mais e mais especulações enquanto apreciamos esse capítulo cheio de amor.
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