terça-feira, 5 de setembro de 2017

Análise semanal – Yakusoku no Neverland #53


O clima esquenta e o caldo entorna, enquanto a tensão só aumenta nesse ponto do arco.
Fala galera, cá estamos – mais uma semana – com nossa análise semanal de Neverland! E, sejamos francos, a semana sempre passa voando e eu – como de costume – sempre atraso um pouco para lançar; peço desculpas por isso, pois a ideia é que esse post saia as segundas, mas ontem a saúde de minha pessoa estava bugada.
Mas deixemos de falar sobre mim e vamos ao mangá, mas antes quero apenas dizer que esse capítulo saiu no mesmo dia de lançamento do volume 5 da série e com a informação que, atualmente, há 1.5000.000 cópias da série em circulação, isso em contagem geral (apenas explicando: a Jump semanal saí nas 2ªs, porém ela costuma vazar na quinta da semana antecessora por assinantes – porque sim, tem isso lá no Japão-, devido a isso o capítulo dessa semana coincidiu com o lançamento do volume 5). Isso só atesta que a série é promissora e já está abrindo terreno para o sucesso.
Enfim, chega de me alongar e vamos à análise!

Capítulo #53 – B06-32 3

Ainda em ritmo de clímax do arco, chegamos a um ponto que, particularmente, sinto que o plot twist está vindo. Porém mesmo ele não tendo chegado, enfim, descobrimos mais algumas coisas interessantes para a narrativa.
Começando com o pé direito, foi interessante ver que, sim, houve outras crianças que conseguiram fugir de algum dos orfanatos espalhados. Isso vai contra aquilo que o Sung-Joo comentou com as crianças, porém ele ainda assim confirma o fato, também mencionado por ele, de que o Minerva não fez contato só com as crianças do Grace Field; ele não relegou a expectativa de esperança só a um grupo e sim a outros.
Entretanto, não nego que fiquei com expectativa que ele fosse, de fato, o Minerva, mas mesmo diante dessa não confirmação; se aumenta a expectativa para quando ele aparecer, porque é certo que teremos ele – ou algum de seus descendentes – aparecendo junto da parte humana da “promessa”. Porém há um ponto aqui, pois se todas as canetas indicam um único ponto, só pode significar que há apenas um bunker para segurança de humanos naquele local (ou não, vai que o roteiro surpreende) e isso seria um ponto de risco altíssimo, tendo em vista que, se os demônios descobrirem a localização pode ficar fácil para irem até lá; afinal, nem todos são da mesma linha de pensamento do Sung-Joo.
Mas a maior surpresa daqui – sim, hoje estou meio rápido no raciocínio – fica por conta do fato de nosso garoto misterioso ter conseguido fugir há 13 anos atrás e apenas ele ter sobrevivido. Devido a isso, temos alguém que pensa diferente do grupo do Grace Field e, de certa forma, isso gera o momento de tensão que nos dá uma gama de possibilidades para o próximo capítulo, pois ele não pensa em companheirismo ou de modo positivo. Tudo que sobrou para ele, depois de ver seus companheiros morrerem foi o desespero e a questão de sobrevivência pura e simples. Logo, é difícil imaginar ele, de livre e espontânea vontade, colaborando com as crianças, mas gera a dúvida do que ocorrerá em seguida.
É essa expectativa que o final do capítulo deixa, em especial quando vemos que o pedido dele é a caneta e a Emma está em situação de risco. Mas acredito que, sim, algum plot twist irá acontecer aos 45 do segundo tempo, resta apenas aguardar o próximo capítulo e ver como terminará isso.
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