terça-feira, 24 de outubro de 2017

Análise Mensal – Yu-gi-oh! Arc-V #25

Enfim, respostas! Isso enquanto rola um duelo com os decks mais complexos e bizarros possíveis!
O bom filho a casa torna! Depois de um mês de atraso – por não ter achado o capítulo traduzido – eis que voltamos com a análise mensal do Arc-V. Antes de seguirmos quero apenas avisar que, sim, o review do animê está em produção e logo mais deve pintar por aqui.
Além disso, também quero dizer que, em caso de interesse, dá para achar os episódios da versão animê do Arc-V em português de Portugal na internet. Não que seja algo excelente, mas ajuda aqueles que querem conferir com algum idioma mais “familiar”.
Informações dadas, vamos ao capítulo!

Capítulo #25 – Adam e Eve

Se alguém ainda tinha dúvidas que o mangá seguiria um rumo BEM DIFERENTE DO ANIMÊ esse capítulo faz questão de evidenciar isso e, mais ainda, nos presenteia com um deck ainda mais estranho que o D/D/D. Sinceramente, dá para dizer que esse mangá está em uma constante de qualidade absurda – em especial se analisarmos que é uma obra para franquia Yu-gi-oh! (cujo objetivo é vender cartinhas).
Indo por partes, quero deixar claro que, sim, enfim foi explicado quem diabos é Adam e Eve e, sim², eu gostei da explicação; mais do que isso, gostei de como foi apresentado todo conceito dos porquês aqui. Foi algo que, mesmo levando metade do capítulo, passou rápido e conseguiu me cativar; me fez ter empatia com o objetivo dos “vilões”, sem contar que o Isaac querendo fazer esse papel foi engraçado. No fim, entendemos que ele tem um motivo para querer usar o G.O.D e, de modo geral, não poupará esforços para realizar seus anseios, pois – como ele diz – tudo é por amor.
De outro lado temos o Reiji e seu humor habitual. Ele, ao meu ver, está 100% idêntico a sua contraparte do animê; afinal segue sendo caladão e focado em seus objetivos – que nesse caso é, basicamente, obter o G.O.D e a verdade -; além disso também temos o deck característico dele. Temos os D/D/D do mangá, que por sinal estão bem interessantes, em especial as armadilhas que summonam monstros.
Mas, voltando ao ponto da explicação desse capítulo, aqui tivemos uma boa dosagem de tudo, isso nos permitiu conhecer melhor os protagonistas de todo rolo que envolve o Yuya e o Reiji. Entender como surgiu o poder imensurável do G.O.D e o que os antagonistas almejam nos ajuda a sentir que eles não lutam por motivos bobos, mais do que isso, eles lutam por algo além... por viajar pelo tempo!
Ok, sei que pode parecer absurdo – mas plausível, visto que estamos falando de Yu-gi-oh! -, mas acreditem que, em termos, a explicação sobre todo poder imenso envolve, pasmem, viagens temporais. Claro que acho melhor que dimensões que são facilmente acessadas por um maluco, mas é a vida, segue o jogo.
Quanto a questão do duelo: eu AMO deck D/D/D; tipo esse é um dos arquétipos que mais aprendi a amar e ficar com vontade de ter um deck, mas nesse capítulo vemos que o Isaac possuí um deck tão estranho e engenhoso quanto o do seu adversário e, honestamente, isso me empolga; até por saber que dá para termos um duelo bem elaborado no próximo capítulo. Se bem que, até aqui, tivemos vários duelos interessantes e bem feitos, em especial aproveitando bem todo conceito da Pendulum summon (que, atualmente, está meio falecida no OCG/TCG).
No fim, fica a expectativa para como será concluído esse duelo, em especial por termos um deck desconhecido com várias possibilidades de combo. Agora resta esperar o próximo capítulo para ver se o nível seguirá se mantendo.
Postar um comentário

Follow by Email