segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Análise quinzenal – Saint Seiya: Episódio G Assassin #81

Quando o irmão mais velho faz o sacrifício necessário para ensinar o irmão mais novo.
Fala galera! Eis que estamos aqui em mais uma “quinzena” com a análise do capítulo da vez do Assassin; mas antes de qualquer coisa quero, novamente, enfatizar que – apesar de ser considerado um mangá quinzenal – o Okada publica essa série de modo “a vontade”, em especial porque a obra é publicada em uma revista digital. Logo, podemos ter capítulos até semanais, tudo depende do ritmo dele (mas como ele é detalhista demais e a série é INTEIRAMENTE colorida, acho difícil).
Outra coisa que vale menção, antes de seguirmos, é que o volume 11 da série será lançado – lá no Japão – em 20 de dezembro (agora só falta anunciarem aqui no Brasil ~). Enfim, dito tudo isso, vamos à análise que está, de certa forma, interessante e curiosa.

Capítulo #81 – Irmão mais velho e irmão mais novo


Eu já comentei isso em vários momentos distintos, mas, é sempre bom frisar que, o Okada está conseguindo criar uma trama muito melhor que o Next Dimension. Mais do que isso, ele está conseguindo tornar tudo mais ligado e interessante, em especial agora que resolveu usar do recurso de multiverso.
No capítulo anterior tivemos melhores explicações sobre o porquê da realidade onde o Aiolos é GM ser daquele jeito e nesse capítulo tivemos algo triste, porém bem elaborado. Tivemos uma noção maior de como se encerra o ciclo dos defensores de Atena naquele mundo, porque, depois desse capítulo, temos um saldo de dois cavaleiros de bronze aniquilados e dois mortos com chance de reencarnarem (é sempre bom lembrar que morrer pela espada de Hades é, literalmente, o mesmo que ser aniquilado, pois ela tira qualquer chance de reencarnar em nova vida).
Além disso, posso dizer que esse capítulo ele é bem voltado para o “ensinamento do Ikki à um deus”, pois ele diz – logo no início do capítulo – que ensinará a Hades sobre as lições que um irmão mais velho passa para o mais novo e, no fim, cumpre isso a contento, mesmo que isso tenha significado o sacrifício. É interessante ver como todo plano foi bem orquestrado e trabalho, a ponto do governante do submundo sequer notar isso; acabou que teve um bom timming nesse quesito, mas acabou parecendo que o autor quis acelerar um pouco o confronto, até para voltar o foco para o presente.
Mas o ponto aqui é como as consequências dos atos do imperador Hades afetará seu hospedeiro, já que vimos que ele voltou a assumir o controle de seu corpo no final do capítulo e viu a que custo isso ocorreu. Contudo resta saber qual será a atitude do Shun vendo tudo aquilo.
Creio que dá para, novamente, aconselhar quem procura uma boa história envolvendo Saint Seiya a ler o episódio G Assassin e o próprio episódio G, pois são obras que sabem trabalhar bem o que possuem em mãos, no caso do Assassin, temos um plot bem interessante se desenvolvendo e o Okada provando que, até aqui, está sabendo conduzir bem a narrativa que lhe é dada; mas fica a expectativa para uma reviravolta digna do que a série tem apresentado até aqui.
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