terça-feira, 3 de outubro de 2017

Primeiras Impressões – UQ Holder

A continuação que não é bem continuação, mas tem ligação... enfim, aquela história cronológica que consegue surpreender.
Começamos a fall season dos animês! Enfim, chegamos a última temporada do ano e, nessa temporada, temos muita coisa interessante. Claro que eu não poderia ficar de fora e, para alegria da nação, estou trazendo a minha coluna de primeiras impressões!
Como já divulguei previamente, tenho 6 animês que, certamente, irei comentar aqui e falar para vocês se, para mim, vale ou não essa obra e os porquês, mas, talvez, entre mais duas nos balaios. Para saber quais são, sigam nas redes sociais.
Enfim, sem mais delongas, vamos a primeira análise que é de UQ Holder (eu ia fazer suspense, mas está no título!). A obra tem seu mangá publicado por aqui pela JBC e já teve um ova lançado, mas hoje vamos focar só no primeiro episódio da animação! Então, vamos lá!

Sinopse (via Animes Vision):

Touta Konoe sempre sonhou em ir à capital. Depois que o líder de sua aldeia lhe disse que poderia ir, se ele vencesse Yukihime, Touta passou seus dias lutando contra a mulher que o criou - uma mulher que também é uma maga experiente.Mas um dia um caçador de recompensas vem em busca de Yukihime... testemunhe o início dramático de uma história cheia de fantasia nessa batalha futurista!

Considerações gerais:

 Ok, vamos ao primeiro ponto – que me fará ser apedrejado... eu nunca li/assisti nada que o Ken Akamatsu fez. Vejam bem, não assisti por inteiro, pois já vi um episódio ou outro de Love Hina e já li alguns volumes de Negima, mas nada que me instigasse a ler/ver mais para tomar grande conhecimento. No mesmo balaio, confesso que, UQ Holder não estava, a princípio, na minha lista de obras para assistir.
A primeira imagem promocional que eu vi da obra era, extremamente, feia e broxante. Me desmotivou a sequer cogitar gastar tempo assistindo, contudo, depois de um tempo decidi que encaixaria só para ver qual é do animê, pelo menos do primeiro episódio e, posso afirmar, tudo foi correspondido. Superando, em partes, a pouca expectativa que eu tinha.
Vamos aos fatos; você não precisa ter assistido Negima – nesse primeiro momento – para entender o que está acontecendo nesse universo ou, até mesmo, quem são os personagens. Claro que há uma coisa aqui e outra ali que é, claramente, reflexo das aventuras do Negi-sensei, mas não é nada que seja tão surpreendente ou tão fixo assim. A única peça que é de ambas histórias – nesse primeiro episódio – é a Evangeline, de resto é só o mesmo universo se expandindo no futuro.
Mas saindo desse ponto, dá para comentar que, na animação, o traço não é tão feio quanto nas imagens promocionais. Nesse quesito é ponto para TMS, que conseguiu me calar a boca. Me fez ficar surpreso com a fluidez que a animação tem e, de quebra, conseguiu me fazer gostar dos personagens (mas não do ecchi descarado que a opening tem), assim como conseguiu garantir meus olhos vidrados ao longo de 20 minutos que a animação tem.
A trilha sonora é bem encaixada e, mais do que isso, feita com cuidado. Posso arriscar a dizer que a trilha aumenta um pouco a experiência em assistir o episódio, nos dando momentos mais vividos. É algo realmente interessante e que, particularmente, espero ver nos demais episódios da série, porque aqui funcionou de modo exemplar.
Os personagens, nesse primeiro momento, tiveram momentos de tela o suficiente para nos entregarem algo legal. Admito, gostei do Touta e achei até interessante a ligação que ele tem com o Negi, ou até mesmo a culpa que a Evangeline carrega por ter feito o que fez (não vou explanar, assiste e descubra!). Porém, fora os dois não tivemos tantos personagens trabalhados, o que ajudou, mais ainda, a comprarmos as motivações deles.
Fora tudo isso, posso dar aquela enchida de bola e dizer que, sim, temos um roteiro que, a priori, consegue prender e deixar aquela curiosidade bacanuda para o que virá a seguir. É um roteiro que faz o que se propõe e não fica te enganando e, para mim, isso é bom e super aceitável.

Vale a pena?

Depois de tudo que disse até aqui, você ainda tem dúvida? Corre e vai assistir! É um animê divertido e que, muito provavelmente, irá te entreter ao longo dos episódios.

Claro que tenho minhas ressalvas quanto ao ecchi e, até mesmo, a oscilação de qualidade que – mesmo pequena – pode/vai ocorrer. Mas ainda assim é uma obra que merece atenção, em especial se você assistiu ou leu Negima; agora, caso não tenha lido, faça que nem eu, corre para o abraço e pensa nisso como algo no mesmo universo, porém sem tanta ligação (tipo Rouge One é para Star Wars).
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