quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Análise semanal – Boku no Hero Academia #158 & #159

Chegamos ao fim de um arco que, em um panorama geral, muito inclui na evolução do protagonista.
Vou começar esse texto, antes de qualquer disclaimer, dizendo que era para essa análise ter saído de forma correta e sem atrasos, porém devido a alguns fatores (chamados não achei tradução em português e não quis ir atrás de tradução em inglês) acabou atrasando, mas foi melhor... agora consigo falar desse final de arco de uma forma mais completa.
E bem, aproveitando também esse momento de papo random, vou vir dar o mesmo conselho que o scan que traduz a série no Brasil (não vou citar nomes para não ficar incentivando, quem lê sabe qual é) dá: comprem a edição nacional que a JBC lança. Está uma edição bem legal e com um valor bem em conta (se você for desses que compra online acha com uns descontos bem legais); então, não deixe para depois e compre! Aproveita que a Black Friday vem aí (:.
Então, sem mais delongas, vamos à análise!

Capítulos #158 & #159

Indo do princípio e puxando um minidebate, vi muitas pessoas comentando que esse arco só ganhou fôlego no final dele; mais do que isso, vi gente comentando que esse arco foi ruim. Quero dizer que respeito sua opinião, mas discordo. Discordo com força, em especial quando vemos que esse arco teve todo um trabalho em nos montar para um possível cenário para o futuro trágico que o NightEye viu outrora.
Mas vamos aos capítulos que, em resumo, se basearam em toda batalha final entre o Midoriya contra o Chisaki. Foi algo que, de certa forma, causou empolgação – em especial se considerarmos que, finalmente, vimos o Midoriya usando 100% sem se quebrar todo (créditos a Eri por essa proeza) e, sinceramente, ele lutando em 100% foi interessante. Foi mais do que isso, afinal conseguiu emular, um pouco, como será quando ele conseguir ter o pleno controle do poder que lhe foi passado.
Além disso foi interessante conhecermos um pouco mais da mente do vilão da vez. Não que o Chisaki fosse um cara que é mau por ser, mas ele possuía os ideais deturpados, pois não conseguia entender a cabeça do seu velho. Queria agradece-lo, mas não conseguia ver que não havia essa necessidade e que ele conseguiria viver tranquilamente sem necessitar dessa ambição. No fim, foi esse ideal que o acabou levando a ruína, em especial quando pensamos que por culpa dele tudo chegou a esse desfecho. Contudo foi algo que nos criou aquela sensação de que conseguimos ver um vilão, mas sem o brilho que os verdadeiros possuem – e creio que isso foi um fator que pesou muito nessa questão de condução de um arco muito interessante.
E por falar no arco, devo dizer que esse arco não foi um dos melhores – em especial se lembrarmos que estamos vindo de bons arcos -, mas ele foi importante e, de modo geral, cumpriu sua tarefa. Ele nos deu um Deku mais heroico, nos mostrou – ainda mais – que Boku no Hero irá se focar, muito, nos legados das gerações e, de quebra, nos mostrou que os aspirantes a herói são incríveis (ainda me surpreendo em como curti a luta do Kirishima). Esse foi a semente para algo maior, e bem maior se julgarmos como o capítulo 159 terminou, mas ainda assim deu aquela sensação de “enfim tudo terminou bem, agora teremos os desdobramentos das sequelas desse arco”.
Aqui podemos dizer que tivemos o crescimento heroico dos alunos e, o que vier disso, será bem interessante. Podemos até dizer que o próximo capítulo já pode ser bem trabalhado nas questões das consequências dessa batalha para o Mirio, que foi o símbolo do heroísmo aqui, porém pagou um preço alto por isso.
No fim, creio que esse arco foi para motivar e evoluir o Deku, mas evoluir como um herói símbolo. Mesmo que, para isso, fosse necessário descartar um personagem bem carismático no caminho, porém espero que o Kohei consiga arrumar isso mais adiante e nos dê bons momentos dos dois personagens, afinal eles formam uma boa dupla.
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