quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Análise semanal – Boku no Hero Academia #160 & #161


De um lado os vilões se preparando, de outro a comoção. Sério, a coisa só vai subindo de nível.
Ok, vamos ao ponto de que, sim, atrasei todas as análises de novo, mas o motivo é eu ainda não ter me habituado 100% com meu ritmo de trabalho + ter uma vida mais corrida + escrever notícias.
Mas, ao invés de dizer todo mote de desculpas, serei prolixo e vou partir para o texto, até porque esses dois capítulos falaram muito. Então, sem mais delongas, vamos nessa!

Capítulos #160 & #161

Particularmente creio que o Kohei, a princípio, pensou em criar dois capítulos para nos dar uma noção de pós arco do resgate para termos uma ideia do que está por vir adiante. Por esse motivo quero parabeniza-lo, em especial por ele ter mostrado que, sim, possuí colhões para certas atitudes.
Enfim, vamos por partes. O capítulo 160 focou, em especifico, nos vilões e, sinceramente, foi uma abordagem que mostra mais o que está por vir adiante do que consequências; afinal, com o Chisaki derrotado, nada mais impede a liga dos vilões de reinar em absoluto e não precisar se preocupar com a aliança deles. Mais do que isso, eles agora podem até se apoderar do método que o Chisaki queria utilizar – que, no caso, são as balas com a peculiaridade da Emi -, assim fica fácil saber que tudo que virá a seguir por parte deles terá muito foco nessa questão.
Aqui também vale citar que o Shigaraki está começando a tomar forma de um final boss efetivamente. É bem interessante vê-lo causar e ser imponente pelo seu objetivo final; isso acaba gerando uma certa alegria por ver o autor trabalhando tão bem uma persona que poderia seguir com o mesmo nível do começo. É válido elogiar e, mais do que isso, atestar que há uma real evolução ali e ela só tende a aumentar.
Já o capítulo 161 foi, em suma, triste. Ele é amargo e eu ainda não sei lidar com as consequências do capítulo em sim, até por ser um momento que fecha, efetivamente, um ciclo e mostra que o Kohei mata quando é preciso matar. Não vou adentrar spoiler aqui, até porque sei que muitas pessoas não leem scan e leem a análise (ou posso estar errado, mas como o foco é analisar, vou seguir sem os spoilers...).
Confesso que eu já sabia antes de ler o capítulo quem seria a vítima, mas ainda assim doeu ver esse personagem partir. Doeu até mais por sabermos, antes de tudo, que não seria possível contar com os poderes da Eri, pois ela ainda é instável quanto a suas habilidades.
Tudo nesse capítulo cooperou para o gosto amargo e o Kohei ainda soube usar bem os momentos chaves do capítulo para nos comover e nos deixar com aquele gosto de que os vencedores foram os vilões, mesmo que eles tenham perdido essa batalha.
São dois capítulos que irão repercutir muito no que virá a seguir, porém é algo que dependerá muito do autor, mas a julgar por esses dois capítulos, posso dizer que ele irá criar algo interessante a seguir e, talvez, nos dê mais alguns heróis mortos, mas tudo é em prol de uma causa maior – também chamada de evoluir personagem que é legado.
Postar um comentário

Follow by Email