segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Primeiras Impressões – Killing Bites


Pessoas com genética de animais, algum ecchi e muita porradaria... é, acho que temos o animê de lutinha e peitos da temporada
Ok, confesso que estou atrasado para escrever sobre os animês da temporada, porém a causa disso é nobre – e se chama trabalho demais devido à período de divulgação de notas do ENEM (sei que não é legal expandir muito sobre mim, mas é bacana eu salientar que trabalho com faculdade e em períodos assim fica super corrido, então... já sabem o porquê dessa escassez de textos por aqui).
Bem, hoje vamos voltar a falar dos animês da temporada e vamos começar com o pé direito falando de uma obra que tem um dinamismo bacanudo e chama bastante atenção por seu estilo narrativo. Hoje vamos falar sobre Killing Bites.
Então peguem seus bichinhos e se acomodem nas cadeiras!

Sinopse:

Foram criadas pessoas que são híbridos de humano e animal, e poderosas empresas realizam apostas em seus duelos. Um dia, alguns conhecidos do estudante universitário Nomoto Yuuya, pedem para ele levá-los para "pegar" umas garotas, mas que na verdade tratava-se de um rapto. A garota que eles sequestram é uma híbrida animal-humano chamada Hitomi, que abate todos eles, exceto Yuuya. Hitomi é um texugo do mel, que é conhecido como o mais destemido de todos os animais. Agora, Hitomi é designada para ficar com Yuuya, para sua proteção!

Considerações gerais:

Logo de início quero salientar que, sim, esse não é um animê que escolhi por ter expectativas. Escolhi mais para ser meu guilty pleasure nessa season, em especial porque ele tem tudo que é pedido em obras para essa categoria; porém – por sorte/qualidade geral – consegui me surpreender bem com o resultado final em um todo e isso é algo que, para mim, soa positivo o suficiente (em especial em termos de avaliação).
Começando a análise pelo roteiro, posso dizer que há um potencial imenso para desenvolvimento, em especial quando vemos que todas as explicações foram – na medida do possível – bem encaixadas e não soaram atropeladas. Tudo ali foi escrito/conduzido com uma mão boa para desenvolvimento de enredo, fazendo até os problemas que houveram serem relevados (tipo o narrador que aparece para explicar dos bichos sempre que acontece algo “diferente”).
Além disso também houve um ritmo legal dentro da narrativa, fazendo os 24 minutos do episódio passar de uma forma que fluí bem e nos prende para saber o que ocorrerá adiante. É uma fórmula básica, porém usada com sabedoria e isso dá um resultado esperado.
Já na parte de animação e design de personagens, dá para dizer que está tudo feito de modo competente e sem oscilações de qualidade. Creio que muito disso se deve ao fator “número de episódios”, pois esse animê tem 12 episódios programados (ou seja, é uma season mais curta, logo dá para economizar um pouco de dinheiro e fazer um trabalho mais digno). Tudo na parte animada funciona de uma forma bonita e interessante, em especial nas cenas de luta, onde houveram bons momentos no quesito movimentação. Ali tudo fica junto e sem destoar do restante.
A parte de Soundtrack, por sua vez, é bem básica. Não é algo que seja marcante, porém não compromete o resultado final, nos fazendo aceitar tudo que foi feito até então. É competente dentro do que foi pedido e apenas isso (não que eu esperasse muito, mas ok).
Porém é quando todos esses elementos se juntam que temos um animê sem muitas pretensões, mas com doses de violência e diversão que vale a pena.

Afinal, vale a pena?

Killing Bites certamente não é animê para quem procura algo mais profundo ou cabeça demais, afinal é uma obra para diversão e curtir – mesmo tendo um enredo interessante, não é esse o foco do animê, até então –, contudo, ainda assim, é uma obra que consegue prender e, só por isso, já vale conferir.

Porém fica o aviso de que se você não curte animê de luta básico com ecchi, nem se aproxime, porque você irá dropa-lo.
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