segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Primeiras Impressões – Nanatsu no Taizai: Imashime no Fukkatsu


Segunda temporada da série começa com um imenso potencial de desenvolvimento e a dúvida que paira é: até onde irão adaptar?
Seguindo com o programado, vamos falar sobre mais um dos animês dessa temporada que, particularmente, está me surpreendendo bem. Não que seja algo muito difícil, porém nessa temporada souberam investir bem em produções interessantes (ou não é, mas as que assisti até aqui possuem seus charmes). A obra que irei comentar hoje é uma continuação –mais precisamente uma segunda temporada -, mas nada temam, pois irei fazer texto sobre o que se passou anteriormente em outro momento (sabem como é, pautas demais acumuladas... é preciso ir um passo de cada vez). Em todo caso, hoje é dia de falarmos sobre Nanatsu no Taizai: Imashime no Fukkatsu, ou The Seven Deadly Sins: Revival of the Commandments.
Então vamos nessa, porque temos muito para comentar (ou não).

Sinopse:

Segunda temporada de Nanatsu no Taizai. Essa temporada tem foco no arco dos dez mandamentos (sim, é só isso de sinopse... no MAL é até mais curta).

Considerações gerais:

Creio que, de forma geral, é quase redundante falar o quão esperado é essa temporada de Nanatsu para quem já curte a série, certo? Indo além, creio que a expectativa em torno desse arco estava alta, até por ser um arco que muitos gostam e consideram como uma das melhores partes da obra, mas vamos lá... vamos comentar um pouco sobre isso e ver se o primeiro episódio entregou aquilo que era esperado.
Antes disso vale o adendo: essa temporada se passa após os OVAs que saíram ano retrasado – não necessariamente após, porém alguns fatos ali casam com o começo da série – por isso caso você queira assistir o que veio antes (caso não tenha assistido), corre na Netflix e assista, pois, está disponível por lá esses OVAs e a primeira temporada completa, ambos com dublagem.
Mas voltando ao foco, primeiramente quero deixar claro que, sim, tivemos um retorno digno do que a série poderia prometer para começar com pé direito. Tudo no roteiro teve um bom ritmo e não se atrapalhou com o que precisava contar para recomeçar a história; claro que muito disso se deve ao fator da história base já ser – na medida do possível – bem amarrada, mas ainda assim é algo que funcionou bem aqui (em especial quando lembramos que houveram alterações entre o mangá e o animê).
Quanto a parte de character design e animação, podemos dizer que o padrão foi mantido. O A1-Pictures segue dando aquele show em animação bonita e que, efetivamente, funciona dentro de um animê; é uma animação fluída e que valoriza os traços do autor, nos deixando ainda mais encantados em como bons trabalhos são feitos quando o estúdio é competente e sabe trabalhar bem o material que tem (antes que critiquem isso, li boa parte do mangá no arco inicial e ficou bem claro para mim que, sim, o pessoal da A1 soube trabalhar bem aquilo que estava ali, tirando uma coisa ou outra para não ficar algo muito amontoado). No fim, tivemos uma animação que cumpre bem seu papel, se tornando ainda mais agregadora no produto final.
A parte sonora, por sua vez, segue na mesma competência de sempre. Não que seja algo ruim, longe disso, é algo bom até demais; até por sabermos que a base sonora da série já é de um nível bem alto para os padrões gerais (porque, sim, eu acho as composições do Sawano Hiroyuki de um bom gosto extremo, sendo extremamente eficientes dentro de qualquer animê que estejam), aqui apenas se manteve como estava e seguiu dando mais qualidade para o produto final.
Só dando um retoque no primeiro parágrafo e o complementando, o animê tem um bom roteiro e deixa aquele gosto de “voltamos com estilo”. Tudo ao longo do episódio diz isso das mais diversas formas; desde a partida do Ban e do King, até a cena final onde vemos os dez mandamentos despertando. É algo que consegue gerar aquela vibração feliz e nos entregar algo que deixe aquele gosto de quero mais, em especial porque sabemos que é nesse arco que algumas dúvidas serão respondidas e outras surgirão e é aqui onde o final começa a aparecer, mesmo que de forma mais demorada.

Afinal, vale a pena?

Primeiramente, vale a pena se você já conhece a série e, acima de tudo, gosta dela. Afinal, estamos falando de uma continuação e ela é, especialmente, indicada para quem já conhece a série original e gosta dela; mas se você ainda não tiver assistido, aconselho assistir primeiro a temporada anterior – bem como os OVAs – e então ver se quer acompanhar o que está se passando.

Caso queira acompanhar pelo mangá, a editora JBC publica a série aqui no Brasil em edição física e digital, logo não tem desculpas para não dar, pelo menos, uma conferida e ver o que acha. Garanto que vale o tempo investido e, a julgar por esse começo, é diversão garantida.
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