segunda-feira, 5 de março de 2018

Análise Quinzenal – Saint Seiya: episódio G assassin #84 - #86


Quando o destino fica nas mãos de uma única pessoa, as coisas tendem a complicar de um modo bem interessante
Apesar da demora, cá estou retomando a análise do episódio G assassin! Sei que foi um longo tempo esperando esse retorno, mas consegui retomar antes de acumular 10 capítulos (o que não ocorreu com algumas outras obras que pretendo retomar ainda nesse mês), mas enfim; como chegamos ao mês próximo de completar mais um ano de vida do blog/site, resolvi acertar tudo e, começando com o pé direito, vamos de combo de capítulos. (Foi o começo de desclaimer mais sem sentido da história, perdoem).

Capítulos #84 - #86

Vou começar essa análise dizendo que... o rei Arthur me dá medo! Ponto. Ele não apenas consegue ser um portador melhor da excalibur, como conseguiu ter um momento épico sem, necessariamente, ser a pessoa de destaque; fora isso ele ainda conseguiu nos deixar com aquele gosto de curiosidade e ansiedade para a luta dele com o Shura mais adiante.
Mas estou me adiantando, vamos por tópicos e seguindo ponto por ponto. Começando pelo desfecho da luta do Aldebaran com o Mordred. Que foi uma luta em tanto, mostrando que realmente o cavaleiro de touro merece o título de muralha intransponível, pois conseguiu fazer frente a um gladiador extremamente forte e que, de modo geral, é filho de um rei; que por sinal conseguiu roubar a cena e fazer um plot twist interessante para o andar da trama, mas no fim desse ponto é onde conseguimos ver que o Arthur é bem parecido com o Shura – semelhança física (ou é problema no traço do Okada) -.
Além disso, também tivemos um momento de explicação, pois as peças começaram a se encaixar e, devido a isso, conseguimos entender que os cavaleiros mortos não ressuscitaram por simples karma, como dito pelo Deathtoll, mas sim porque há uma técnica que ressuscita os mortos, porém é proibida (como toda técnica legal dessa série). Contudo, também, é esclarecido que houve necessidade de utilizar essa técnica e, como já previsto, o outro mundo também utilizou – visando ter seus cavaleiros – e isso gerou todo problema que eles passam atualmente; contudo um cavaleiro não se submeteu a essa técnica 100%, se enclausurando em um esquife de gelo.
E aí é onde mora o principal impasse do arco, pois quando o cavaleiro em questão quebrar o esquife ele, de vontade própria, escolherá o lado que apoiará e isso será decisivo para o confronto que está por vir.
Cabe citação que o Okada faz uma história cada vez mais maluca, mas que complementa bem tudo que foi/está sendo produzido até aqui. Dá para notar, claramente, que ele se esforça para encaixar seus planos dentro dos planos que o Kurumada parece ter para a franquia em um todo, porém quanto mais ele se esforça para isso mais parece que temos uma história que se perde em prol de algo “maior”. Não que isso seja ruim, pois se for bem planejado conseguirá ser uma imensa expansão, todavia acaba por limitar – e muito – as ideias que o autor tem para o desenrolar do seu roteiro.
No fim das contas, conseguimos terminar essa leva de capítulos – que acabei nem tendo muito o que falar, pois não quero dar spoilers – com uma leve tensão do que virá a seguir e, mais do que isso, começamos a entender melhor o que ocorreu em todo contexto narrativo para que se criasse essa dualidade. Agora é esperar para ver como as próximas batalhas se desenrolarão ou se teremos um evil Camus vindo aí.
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