domingo, 15 de abril de 2018

Primeiras Impressões – Captain Tsubasa (2018)



O remake que se baseia no mangá e nos faz pensar em quão absurdo, porém divertida, é essa obra.
Depois de um rápido hiato nas “Primeiras Impressões”, eis que volto com toda pompa e estilo – mesmo sabendo que tem uma porrada de textos pela frente -. Contudo hoje, vamos retornar com uma tabela de primeira para bater direto para o gol!
Hoje é dia de falarmos sobre o remake de Captain Tsubasa, o popular Super Campeões aqui no Brasil. Então se acomodem e vamos falar sobre futebol – esse esporte amado por muitos brasileirinhos -.

Sinopse:

O capitão Tsubasa é a história apaixonada de um estudante do ensino fundamental cujos pensamentos e sonhos giram quase inteiramente em torno do amor ao futebol. Tsubasa Oozora, de onze anos de idade, começou a jogar futebol muito jovem e, apesar de ter sido apenas um esporte recreativo para seus amigos, para ele, tornou-se uma espécie de obsessão.

Considerações gerais:

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Primeiramente quero deixar aqui informado que sou uma pessoa que ama obras de esporte (mesmo sem praticar nenhum no dia-a-dia) e tenho um carinho bem grande por Captain Tsubasa devido a ter assisto outra versão dele quando mais novo – posteriormente vi um dos filmes antigos e cheguei a ler o mangá, mas isso é pauta para outro texto -; logo esperava um animê que conseguisse manter o entretenimento e diversão ao longo dos 23 minutos de exibição. E, francamente, houve um acerto imenso nesse ponto.
A história, que aqui tem a intenção de seguir o mangá, funciona muito bem e cumpre a maluquice que se propõe. É tudo muito bem conduzido e não temos aquela sensação de atropelo durante o primeiro episódio, na realidade aqui é bem introdutória e termina de uma forma que te deixa curioso para ver o que acontecerá no episódio seguinte.
Além disso, também cabe citar que a animação contrasta bem e não faz feio dentro do que é esperado. Claro que não sou nenhum expert em animações, mas aqui é tudo competente e bem feito, não há exagero em frames parados ou bugs bizarros ao longo do episódio – o que, por si só já é louvável -, porém tem momentos que a David Production (que também cuidou do animê de JoJo Bizarre Adventures e Ben-To) cria uns exageros bem cara da obra de Hirohiko Araki, com cores vibrantes e tudo mais.
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Uma coisa que, também, quero destacar é referente às animações da abertura e encerramento, pois ambas foram bem trabalhadas e conseguem passar bem o clima da série; a menção maior vale para o encerramento, “Moete Hero”, que é uma releitura da 2ª abertura da primeira versão do animê – de 1983 -. A nova versão da música é cantada pela dubladora do Tsubasa e ficou algo bem pop rock, gostoso de ouvir e recomendado.
Por fim, cabe citar que a trilha sonora é competente e cumpre bem o papel dela de dar o tom à série e aos momentos.

Afinal, vale a pena?

Vamos ao ponto, pois a série não é indicada se você não curtir animê esportivo ou não curtir animês exagerados. Porque, simplesmente, é isso que Captain Tsubasa é: um animê esportivo repleto de exageros e coisas absurdas (chutes bizarros, defesas impossíveis e um campo de futebol que parece infinito).
Agora se você não vê problemas com toda maluquice das aventuras de Tsubasa Oozora, só segue e vem assistir porque é um animê que vale os minutos gastos para acompanha-lo.
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