quinta-feira, 24 de maio de 2018

Análise semanal - Cardfight!! Vanguard (2018) #2 & #3

Aquele animê que reanima meu pique para retomar as análises e, de quebra, me ajuda a engatar novidades!

Olha quem está de volta! Uma coluna que eu havia deixado esquecida no cantinho retorna e, para surpresa de todos, falando de animê; mas é sempre importante dizer que, como de costume, levou um bom tempo até, enfim, eu decidir que seguiria adiante com essa ideia, porque é preciso um ritmo bom e que o animê tenha informações úteis para que se mantenha viva essa coluna.
Então, sem mais delongas, comunico que sim, teremos análises dos episódios de Vanguard (mais precisamente desse remake), porém essa é uma análise que pode sair semanalmente ou quinzenalmente, tudo dependerá do número de informações que teremos em cada episódio e mais alguns fatores como questão tempo. 
Enfim, sem mais delongas, vamos para análise (não quero enrolar muito com Disclaimer).

Episódios #2 & #3
Creio que, caso você esteja lendo isso, você já leu minhas primeiras impressões e, de quebra, viu o episódio, certo? Se não o fez, clica aqui e leia, depois volta aqui para prosseguirmos. Pronto, Fez? OK, então vamos prosseguir porque tem bastante coisa para comentarmos.
Comecemos pelo fato que, o segundo episódio fez, exatamente, aquilo que a série antiga tentou fazer em um episódio e acabou criando um certo rush; não que, na época, tenha sido algo ruim; mas quando pegamos a nova versão e comparamos ficou algo objetivo demais e que não possuiu aquele feeling para fisgar o espectador. Já aqui tudo fluiu de uma forma que te prende e gera aquela expectativa sobre o que virá a seguir. Além disso, também dá para comentarmos que a explicação do Kai sobre todo conceito do "imagine" serve para tornar mais plausível e, por consequência, verossímil tudo que poderá ocorrer adiante - sério gente, é mais plausível você acreditar, no que é apresentado na série, quando há uma real preocupação em te fazer crer que aquilo é real; que é, exatamente, o que ocorre nesse episódio. 
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Temos durante todo duelo Kai vs Aichi uma explicação sobre a mecânica do cardgame e, de quebra, temos uma animação que sabe ser competente e te empolgar, porque consegue entregar bons momentos de ação e nos faz entender como funciona o conceito de imaginar. Sendo mais claro: temos uma explicação que se foca em apresentar o conceito de uma forma mais clara e sem subestimar quem está assistindo.
Outro ponto que merece atenção nesse episódio é a introdução de algumas skills novas e do Imaginary Gift; a introdução de novas skills já era algo que poderia ser esperado, em especial se notarmos que isso ocorria com frequência na primeira série, já o Imaginary Gift é uma novidade que, dentro de todo jogo já conhecido, nos traz um respiro de novidade e cria uma partida ainda mais acirrada.
Dá para dizer que, o segundo episódio, em resumo, replica com mais qualidade o primeiro episódio do clássico e, de quebra, introduz algumas coisas novas para que nós, espectadores, tenhamos um gosto do que virá adiante.
No terceiro episódio, por sua vez, temos a inserção do Kamui e da Emi na história e, de certa forma, funcionou - em ambos casos - de uma maneira ainda mais divertida que no original. No caso do primerio, graças a ele temos um vislumbre maior de outra Imaginary Gift (que, segundo a Bushiroad já divulgou são 3 Imaginary Gift distintos: Force, Defense e Accel), que é a Accel. Além disso ele também nos mostra como funciona o novo trigger, que é o Front trigger, tudo isso enquanto o Shin explica para Emi como funciona o jogo.
Antes que alguém questione, sim, ainda há toda aquela questão da Emi só conhecer o cardgame por se preocupar com o que mudou a postura do seu irmão; mas a forma como trabalharam isso e, de quebra, introduziram o Kamui e o amor dele pela irmã do protagonista foi algo que tornou o episódio mais dinâmico e matou duas apresentações sem forçar nada (porque na primeira série eles são apresentados em episódios diferentes).
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É importante salientar que estamos falando de um animê que se foca em vender cartas, logo é preciso apresentar o jogo de uma forma que realmente atraía quem assistir para comprar; e, francamente, dá para falar que nesse combo de episódios isso foi bem feito; até por termos explicações que são mais assertivas e personagens que conseguem sustentar a narrativa. Sem contar que os duelos estão ágeis o suficiente para provar que a obra realmente tem um bom TCG nas mãos para realizar um bom trabalho.
Quanto a aspectos técnicos, creio que dá para resumir tudo da seguinte forma: a OLM sabe como trabalhar o material que eles possuem em mãos, em especial nesse momento que há uma base - que é o mangá no caso. Juntamente com isso podemos dizer que temos uma animação que, até aqui, não apresentou oscilações gritantes e uma trilha sonora que segue o padrão, sendo algo sob medida que não compromete.
Creio que, nesse primeiro momento pós episódio inicial, temos uma trama que está cumprindo bem o papel de apresentar os personagens, em especial no que se refere aos membros do time Q4. Agora é aguardar o episódio 4 e ver como eles abordarão o desenvolvimento inicial da Misaki; mas confesso que há um hype grande de minha parte.

Em tempo: A série está sendo transmitida semanalmente pelo canal oficial do animê no Youtube e, a partir dessa semana, teremos episódios com dublagem em inglês. 
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