quinta-feira, 26 de julho de 2018

Análise semanal – Cardfight!! Vanguard (2018) #12

Começamos um novo arco e o clima muda totalmente

Depois de muito ensaiar, enfim temos a análise de Vanguard sendo colocada em ordem – se bem que nem teve tanto atraso assim. Quando você ler esta análise muito provavelmente estranhará o delay de poucos dias, mas é bem rápido mesmo, porque consegui assistir perto do dia que saiu oficialmente o episódio.
Porém, antes de seguirmos, vamos ao comentário random da semana, pois entramos em um novo arco e, se você ainda está em dúvida sobre assistir, COMECE! Sério, não perca mais tempo pensando e só assiste! Garanto que você curtirá.
Então, sem mais delongas, vamos ao episódio, porque estamos diante de um momento único.

Episódio #12 – O misterioso adversário Foo Fighter*


Comecemos esta análise mencionando que o correto é Foo Fighter, porém os americanos optaram por colocar como Team Asteriod. Acredito que isso ocorreu por questões de direitos autorais, logo nas análises e drops manterei como Foo Fighter, mesmo que eu tenha seguido os americanos quando divulgou o primeiro drop deste novo arco.
Enfim, me atendo ao episódio, podemos começar nos perguntando que episódio foi esse? Porque, para um começo de arco acertaram em cheio no clima, pois conseguiram uma narrativa que apresenta bem os novos adversários e, de quebra, nos coloca em uma situação de problema eminente. Indo além, dá para dizer que entregaram uma real mudança de versão, fazendo até um background bem legal para o Kamui.
Contudo dá para dizer que aqui eu fiquei em um misto de agonia com hype, pois temos um estilo de luta cruel e impiedoso; maior prova disso é que conseguimos sentir pena do Morikawa durante o duelo dele com o Kawanami – que é o novo personagem parte do time Foo Fighter. É com a derrota dele que começamos a entender o esquema por trás do conceito “luta séria” que os adversários empregam.
O conceito, por sinal, está ali desde o começo do episódio, quando vemos o AL4 analisando seus inimigos e mapeando os locais onde poderão atacar e dominar. Ouvir o lema do time e ver como eles se impõe como fortes, dá a sensação de real problema vindo aí, porém só temos uma ideia mais precisa do quanto isso pode prejudicar o jogo quando ouvimos a história do Kamui, porque é ali que compreendemos como eles obliteram a vontade de alguém jogar Vanguard e como eles destroem tudo que resolvem tocar.
Sinceramente, curti como foi abordado o BG do Kamui, ver o Reiji e o Eiji também me deixou bem nostálgico, mesmo que tenha sido bem rápido. O roteirista soube criar uma atmosfera que mostra como o Kamui teve que superar seus medos para evoluir, porém mesmo assim não é suficiente para encarar o desafio neste primeiro momento. E aqui é onde entra o Kai.



Dá para dizer que o Kai simplesmente humilhou o Kawanami no próprio jogo? Sim, mas também dá para ter uma ideia de como foi a relação passada entre o Kai e o pessoal do Foo Fighter, pois ele demonstra ter uma revolta genuína contra os métodos utilizados pelo time problema. Sem contar que temos uma luta que, basicamente, mostra o quão ameaçador é o nosso cardfighter solitário.
Ver ele usar o combo do Overlord dá aquela sensação de alma lavada, em especial em um adversário tão baixo, porém é após o duelo que ele dá o conselho que serve de melhor norteio possível para o que virá adiante e se mostra mais desgostoso com a real que envolve o Foo Fighter de um modo geral. Eles lutam para humilhar, mas quando estão para perder fogem; só fica a dúvida se o quarteto principal é assim, ou não.
Vale citar que o episódio termina com o Kyou chegando na Voyage para enfrentar o Gouki e o preview do próximo episódio nos entrega que teremos uma revanche do passado vindo aí. Só posso dizer que isso me empolgou e me deixou curioso para ver o membro do AL4 usando seu deck de Murakumo.
Mas já dá para dizer que começamos bem essa nova parte da história e índice de hype subiu em doses cavalres. Então, faça um favor a você mesmo e, caso não tenha começado assistir ainda, comece, porque agora é que o clima está esquentando.
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