sábado, 11 de agosto de 2018

Análise semanal - Cardfight!! Vanguard (2018) #14

PSYqualia está entre nós

Mais uma semana chego com a análise de Vanguard de uma forma atrasada, porém adianto que não é por motivos banais; acabou que, devido a Bienal e início de semestre, deu uma leve desregulada no cronograma que já havia planejado.
Contudo, logo as coisas se normalizam e as análises começarão a sair mais cedo que o previsto - porque, enfim arrumei um jeito de conseguir as imagens mais rápido.
Então, sem mais delongas (porque, nesta semana não pretendo propagandear o jogo), vamos à análise desta semana!

Episódio #14 - Desperte PSYqualia


Agora dá para dizer que esse é o Vanguard que tanto aguardava; pois finalmente tivemos um duelo que teve momentos que nos deixam tensos e, além disso, tivemos PSYqualia aportando oficialmente no animê. Claro que, provavelmente, terei reclamações referente a como conduziram o duelo e que houve roteirismo no resultado, porém dá para dizer que souberam trabalhar bem o clima que havia sido deixado no episódio anterior e, de quebra, conseguiram manter o ritmo de duelo decisivo - afinal, se o Aichi perdesse, a Voyage seria do Foo Fighter.
Uma coisa que foi bem abordada aqui, dentre todas, é a questão de como o Aichi entende aquele poder. Na primeira versão não havia Leon no começo para explicar por cima sobre o "vento" que sopra de Cray, logo podemos dizer que na primeira versão ele não tinha o suporte que teve aqui; mesmo que o suporte fosse uma dica simples.  Fora isso temos o fato que, por incrível que pareça, tivemos um momento bem semelhante com a versão antiga; isso desde o momento duelo Kyou vs Aichi até o momento em que descobrimos que o Kyou tem medo do Ren.
Contudo é importante mencionar que a maior diferença aqui se reflete na motivação do Kyou, pois aqui ele não é só um babaca egocêntrico que faz o que faz se apoiando no time forte; nesta versão ele é um personagem que tem um background interessante - apesar de clichê -; ele quer ser reconhecido pelo Ren como um duelista de alto nível e digno do AL4. Ele deixa isso transparecer em diversos momentos, em especial quando vemos que desde que o Kyou entrou na elite do Foo Fighter o líder o trata apenas como "garoto", nunca o tratando pelo nome ou reconhecendo seu potencial. Isso o motivou a sempre melhorar para atingir o mesmo nível dos outros integrantes do time, porém não ajudou na hora de receber o reconhecimento que tanto almeja.


Vale citar que o medo que o Kyou sente do Ren se deve ao PSYqualia, já que o líder do Foo Fighter possuí um poder que lhe permite ver o fluxo do jogo e "conversar" com suas unidades. Esse é um diferencial em tanto e, pelo que já ficou meio evidente, teremos um arco que irá focar muito no passado dos três personagens foco (Aichi, Kai e Ren); assim como teremos um foco mais claro nesta questão do PSYqualia.
Com relação ao duelo, posso dizer que souberam trabalhar bem ele em um todo e conseguiram criar um clima realmente complicado para se obter a vitória; em especial quando notamos que o clã Murakumo é o mais roubado até aqui. Devido a esse clima mais roubado que acredito no ponto que muitos dirão que o duelo foi decidido por roteirismo, pois a jogada final foi bem impressionante; sem contar que foi um ponto de virada bem colocado naquele momento para gerar as condições de vitória.
Todavia eu sigo dizendo que não acredito em roteirismo, pelo simples fato que Vanguard segue a mesma estética de jogadas que surpreendem no TCG físico. Então não posso condenar uma escolha da narrativa.
Quanto a parte da animação, dá para destacar que souberam trabalhar bem as cenas de ação que transcorreu durante a narrativa do episódio, mas isso não impediu a animação de ter uns momentos oscilante. No fim, a constância da animação segue em dar um tratamento realmente bom somente em momentos de lutas decisivas e afins. 
Como última menção neste episódio, vale dizer que o final dele abre um leque de possibilidades bem grande para o próximo episódio que será focado em apresentar o deck de Pale Moon (enfim teremos a Asuka aparecendo em um duelo).
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