quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Análise semanal - Cardfight!! Vanguard (2018) #15

Quando a amizade vira o mote do roteiro

Sinceramente, dá para deixar o desclaimer desta semana como algo mais simples e, de certa forma, em segundo plano. Porque chega a ser redundante informar o quão interessante está sendo acompanhar essa temporada; contudo segue interessante fazer a recomendação, em especial se você ainda está em dúvida sobre iniciar ou não (lembrando que o animê saí semanalmente no Canal Oficial da série no Youtube).
Além disso, semanalmente posto algumas informações que são divulgadas via Weekly Bites - que é o programa sobre Vanguard onde temos sempre as últimas novidades da série. Enfim, sem mais delongas, vamos ao episódio.

Episódio #15 - Amigo


Sinceramente, posso dizer que este episódio serviu para duas coisas: 1ª aprofundar mais o Miwa e a amizade dele com o Kai e 2º apresentar o Pale Moon para quem ainda não conhece o clã. Contudo o primeiro fator é o que mais casa com toda ideia que nos é gerada desde o preview pós episódio 14; afinal já temos a base do que é o Foo Fighter, agora é hora de conhecermos o top deste time e entendermos o real objetivo da aparição deles.
Claro que tem várias coisas que podem render uma boa análise sobre como tivemos um duelo com vários roteirismos e utilizou o Miwa de saco de pancadas, porém o maior foco deste episódio foi a relação de amizade entre o Miwa e o Kai; este foi um ponto que souberam trabalhar com uma maestria ímpar e deu uma boa esclarecida em alguns porquês que não foram esclarecidos a princípio. 
Comecemos pelo ponto que o episódio decide explorar bem toda inquietação do pessoal da Card Capital com relação ao Foo Fighter e, como brinde, ainda temos um Miwa que sabe tudo que está acontecendo, porém não abre o jogo com o pessoal; a ponto de tomar as rédeas da situação quando a Asuka surge querendo informações sobre o Kai. É neste ponto que começamos a ter um background que é bem trabalhado e nos explica um pouco mais sobre o tempo de amizade entre os garotos; vale mencionar que toda essa essa amizade conta com um terceiro membro que ainda não foi apresentado, porém quem já conhece a série antiga sacará quem é.
O ponto chave aqui é termos a ciência que a amizade entre os meninos se desenvolveu e, após a separação repentina, sofreu uma leve queda; em especial após o reencontro no duelo de rua - quando o Kai já possuía amizade com o Ren e com o Tetsu. O roteiro se esforçou para mostrar como a separação afetou o Miwa e conseguiu entregar algo interessante e que nos deixa entender o senso de proteção que ele tem com relação ao time do Ren se aproximar do Kai.


Contudo temos uma adversária que é incrivelmente forte e, devido a isso, temos um duelo que é bem construído e, de certa forma, bem equilibrado, porém - conforme eu disse lá em cima - abusa dos roteirismos para tornar toda batalha apenas um motivo para o Miwa perder e colocar a Misaki em combate no episódio seguinte. 
Porém é importante comentar que esse renovo do Pale Moon está simplesmente incrível e bem pensado, pois ajuda a fortalecer as qualidades que o clã possuí e o torna ainda mais mortal - em especial por ele ser um clã de Imaginary Gift Accel. Além disso a personalidade da Asuka segue dominadora como na antiga versão, o que torna tudo ainda mais familiar e incrível.
Todavia, este foi o episódio que soube explorar bem um secundário do animê e deu um ritmo ainda mais amarrado a toda uma trama que crescerá mais no decorrer dos episódios; o preview do episódio 16 dá uma boa noção de para onde a série pretende ir em sua narrativa e ajuda a ter uma base de como o mangá seguia quando foi publicado (lembrando que esse remake segue o mangá do Akira Itou). Agora resta aguardar o episódio 16 para vermos os desdobramentos da Asuka na Card Capital.
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