sábado, 1 de setembro de 2018

Análise semanal - Cardfight!! Vanguard (2018) #17

Vários focos que chegam a algum rumo em comum 

E pouco depois de três meses deste remake, creio que já posso começar dizendo duas coisas: 1º é um recorde pessoal conseguir escrever por semanas sobre um determinado animê e sempre conseguir pensar em algo para dizer do que se passou no episódio. Admito que estou feliz com isso e, por consequência, isso está me empolgando para retomar as análises de mangás que estão paradas e, de quebra, pegar alguns animês para análise semanal (da próxima season); 2º dá para dizer que Vanguard realmente passou por uma semana bem interessante no quesito novidades, pois tivemos anúncio de Extra Booster nova (que mudará vários pontos da mecânica) e também tivemos algumas informações sobre o jogo para celulares da franquia. 
Então, sem mais enrolação, vamos à análise do episódio porque há muito para ser comentado sobre a zona deste episódio. 

Episódio #17 - O Cavaleiro Negro! Blaster Dark


Conforme sabíamos desde o final do episódio anterior, o capítulo desta semana teve um trabalho complicado pela frente, pois precisava abordar três núcleos diferentes e, além disso, precisava dar o destaque merecido ao duelo Ren vs Misaki - até por ser o primeiro duelo do líder do Foo Fighter; neste primeiro aspecto podemos dizer que houve uma condução acertada e sem forçar as coisas.
Indo por partes: podemos dizer que cada núcleo teve sua merecida atenção e o desenvolvimento necessário para que o espectador queira mais exploração e desenvolvimento daqui. Souberam criar linhas narrativas com peso próprio, mesmo sem um peso semelhante, afinal não podemos comparar um encontro do Kai e Tetsu com a batalha que ocorria na card capital.
Contudo podemos dizer que ambas narrativas se interligam, porque o Tetsu foi falar com o Kai justamente para evidenciar a soberania do Ren, mais do que isso, ele foi conversar sobre a evolução que o PSYqualia proporcionou ao garoto. Enquanto temos a rápida cena do Tetsu falando isso, vemos o capitão do AL4 mostrando suas habilidades na prática e mostrando a que veio.


Sobre o duelo, dá para dizer que ele não chegou nem perto de ser equilibrado e, mais do que isso, mostrou o quão incrível o Ren é como personagem e como líder, afinal ele chegou na Card Capital e resolveu um problema que dois dos membros sequer deram conta de resolver, sem contar que ainda conseguiu nos dar uma palinha do quão incrível é o Shadow Paladin como clã do Gift de Force.
É inegável que rolou o momento surto quando o Baster Dark apareceu, até porque ele é o ás do Shadow Paladin, mas, ainda assim, temos um duelo onde a Misaki não tem chances de vitória, pois seu adversário prevê o fluxo e ritmo do duelo, o que torna tudo mais injusto e agressivo.
Correndo por fora, temos o núcleo do Aichi, Kamui e Kyou, onde vemos o trio indo derrotar os membros do Foo Fighter que já tomaram lojas da região. Cabe dizer que esse é o foco que mais destoa dentro do episódio, porém é o ponto onde há maior possibilidade de expansão nos próximos capítulos, em especial porque todos sabemos que o Aichi vai despertar o PSYqualia completamente, mas não sabemos como isso ocorrerá e essa parte que precisa ser bem trabalhada se o desejo for uma narrativa coerente.
Não nego que, mesmo sendo um ponto fora da curva, esse núcleo foi o mais divertido e simples de se acompanhar, porque mesmo com os interesses obscuros do Kyou, ainda tivemos alguns personagens novos aparecendo de modo rápido, sem contar uma pequena brecha para o ex-AL4 explicar o que é o PSYqualia como poder. 
O que podemos adiantar é que no próximo episódio, finalmente, teremos a aparição de uma das garotas do Ultra Rare, além de uma abordagem maior ao poder que lê fluxo do jogo. Devido a isso dá para dizer que estamos diante de uma crescente interessante que, se seguir bem trabalhada, terá muito para render ao seu público.
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