domingo, 16 de setembro de 2018

Análise Semanal - Cardfight!! Vanguard (2018) #18 & #19

Aquele combo com direito a recap e desenvolvimento do antagonista

Depois de um hiato de uma semana, eis que retorno com a análise do remake de Vanguard. Apenas deixando claro desde o começo que não atrasei o texto por motivos de corpo mole ou semelhante, porém é possível adiantar que o fator crucial da demora foi meu cronograma, zoneado como sempre.
Antes de prosseguirmos, apenas informando que, conforme todos já viram nas notícias do site, teremos o novo arco de Vanguard em Novembro e esse próximo arco irá abordar justamente o período do Ensino Médio do Aichi, logo a movimentação nos próximos episódios será deveras intensa.
Dito isso e sem mais delongas, vamos à essa análise dupla - desta vez ela pode ficar até longa demais pelo tanto de coisa que posso ter a comentar.

Episódio #18 & #19 - “Kai e Ren, e Aichi Também” & “O Motivo de Tetsu”



Primeiramente acho válido destacar que aqui tivemos uma boa combinação de elementos para nos preparar para o que virá e, de quebra, ainda conseguimos ter uma boa expansão de background. No caso do segundo ponto que mencionei essa expansão se deu de uma forma bem elaborada no episódio #18, porque o roteiro sobre trabalhar bem o Ren como vilão do momento e nos apresentou um personagem que nem sempre era do jeito que vemos atualmente - isso na parte que se refere a arrogância.
É importante mencionar, ainda sobre o episódio #18 que ele foi, basicamente, um misto de passado do Ren com um imenso recap que nos levou até o ponto de partida para o possível clímax deste arco em que estamos. Aqui temos um Kai que nos leva por todos os 20 minutos de episódio e nos apresenta a todo background do Ren, nos dando um paralelo então o seu antigo parceiro de equipe e o garoto que ele presenteou com o Blaster Blade.
Tudo aqui se encaixa e possui um ritmo que funciona e não deixa a questão de repasse chata, pois conseguimos ter uma nova perspectiva com relação aos personagens e a suas motivações, sem contar que ainda conhecemos melhor aquele que é o rival dos protagonistas nesse momento. Saber mais sobre o novo usuário do PSYqualia e ver como ocorreu a mudança dele nos ajuda a aceitá-lo melhor, pois já conhecemos suas nuances e força no Vanguard, porém com essa nova visão do personagem passamos a vê-lo de uma forma mais humana e conseguimos explorar melhor quem é Suzugamori Ren.
Além disso também é legal rever o crescimento do Aichi - mesmo que rápido demais para alguém que começou tão recentemente no Vanguard. Sem contar que o Kai tem todo esse momento recapitulação apenas para que, no fim, ocorra um ponto de virada e ele resolva se posicionar contra tudo que está acontecendo - o que, também, é super bacana e empolgante, pois deixa mais evidente a sensação de crescimento.


O episódio #19, por sua vez, cumpriu sua função de episódio que se prepara para o clímax do arco e nos entrega um duelo bem diferente do habitual, mas que nos empolga justamente por ser algo inédito, pois enfim temos o confronto Aichi vs Tetsu e conseguiram começar essa batalha de uma forma que realmente funciona dentro do contexto esperado.
Aqui houve um bom senso do roteirista para adaptar esta parte de uma forma que funcione e carregue a tensão esperada da história; até porque convém lembrar que tudo foi planejado pelo Kyou, logo já era esperado os resultados que são alcançados ao longo deste início de confronto.
Vale menção ao fato que temos um Dark Irregulars que honra as origens do clã e bem centrado nos combos de Soul Blast, o que é bom, pois não afasta quem já curte o deck ao mesmo tempo que atrai novas pessoas para utilizarem o deck do Tetsu.
Além disso, também é importante frisar que houve um bom timming entre tudo que ocorreu neste episódio, pois tivemos esse encontro e, ao mesmo tempo, no próximo passaremos ao clímax do arco que, por si só, já valoriza ainda mais a narrativa e o resultado final.
Como último ponto a mencionar, podemos dizer que enfim temos o Aichi com o PSYqualia ativo e, a partir daqui, muita coisa pode mudar e avançar de uma forma bem interessante, porém o quanto irão explorar disso dependerá, exclusivamente, do roteiro. Mas, por hora, temos uma trama que se amarra bem e se forma de um jeito único e isso, de um modo geral, é excelente.
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