Especial - Animê Friends 2019


O meu momento de transeunte

Ok, admito que este texto está com um delay bem grande - em especial se notarmos que já se começou a falar do Ressaca Friends; contudo acredito que é válido gastar algumas linhas de prosa para comentar sobre o Animê Friends deste ano que, dentro do que se esperava, novamente cumpriu seu objetivo de marcar seu nome no calendário de eventos de São Paulo.
Antes de qualquer coisa, quero salientar que, apesar de ir apenas a fins de visitação, me peguei analisando diversos pontos desta edição do Animê Friends de um modo totalmente diferente do que faço habitualmente. Me peguei analisando o evento, desta vez, por uma ótica que mistura tanto o âmbito crítico quanto o âmbito de visitante e, sinceramente, dá para dizer que o saldo foi deveras positivo; em especial quando parei para refletir que, a ideia desses eventos é, justamente, os momentos com os amigos e para aproveitar aquele hobby que você realmente curte.

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Sendo bem honesto, dá para dizer que a Maru Division - atual responsável pelo evento - consegue entregar sempre edições únicas desse evento. Não tem como não entrar nesse mérito sem focar nesse ponto especifico, afinal de contas estamos falando do evento mais tradicional de Julho e que, até 2017, estava em uma crise de não saber exatamente onde focar.
Aqui você nota que até os deslizes cometidos anteriormente, se tornam pontos certeiros para acertos e correções naquilo que poderia ser ainda melhor; maior prova disso é que, desta vez, houve um planejamento/distribuição melhor na hora de utilizar o espaço disposto no Anhembi (coisa que não foi tão bem feita em outras edições). Além disso, também tivemos um bom planejamento para localização das lojas e praça de alimentação - o que, nas outras edições também estava excelente.
Contudo, nessa questão de localização, é sempre bom salientar que nem sempre é funcional deixar o palco perto dos auditórios, pois o som reverbera e, dependendo, pode gerar um ruído na comunicação - ou seja, não será possível aproveitar tanto a palestra. Mas isso é um ponto mínimo perto da questão positiva disso.


Mas, também, acredito que seja válido retomar aqui o ponto que falei lá em cima sobre ir para um evento e curtir com os amigos, pois dessa vez acabou que, como o foco era mais ir para reencontrar as amizades, tudo se tornou ainda mais divertido e me fez perceber o quão divertido são essas interações causadas por eventos. É algo que faz valer ainda mais a pena todo rolê e cansaço que nos proporciona no fim do dia (claro que, quando você vai para fazer cobertura, você também se diverte).
A parte mais legal é que, dessa vez, acabei focando em ir mais para andar sem rumo definido - porque, sim, nas outras vezes já tinha tudo meio ensaiado na cabeça (mesmo quando não dava tão certo assim) -, e o resultado final foi divertido demais e ainda consegui ver uma das palestras que queria assistir no dia. Por este motivo dá para dizer que o aproveitamento foi bem alto - além de render bons momentos por ter sido um dia bem agitado, de forma geral.
No mais, acredito que, apesar de toda informalidade contida neste texto, consegui expressar um pouco mais sobre o quão divertido foi minha andança pela edição do Animê Friends deste ano; em especial porque deu para retomar um pouco aquele ponto de vista que visa uma maior aproximação com aquilo que venho dizendo já tem algum tempo, quando o assunto é eventos em geral - porque eles necessitam ser, antes de qualquer coisa, eventos para toda família e um ambiente de confraternização.
Mas apenas posso encerrar este texto dizendo que espero algo ainda mais incrível do Ressaca Friends deste ano - assim como guardo boas expectativas no próximo Animê Friends (o que, a julgar pelo que nos foi demonstrado nas últimas edições, serão correspondidas).

Em tempo: A foto que ilustra esse texto é da Ana Death (editora do blog Bagulhos Sinistros) e foi utilizada com autorização dela. Então deem uma olhada lá no site dela

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